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sobral.com
22:45
Foto: Wellington Bessa
Guimarães, político conhecido no
estado, por que não pensar maior, no país? Semana passada, ele chegou a
anunciar publicamente que aceitou o convite do presidente Lula para ser
ministro da Secretaria de Relações Institucionais, em substituição à
ex-ministra Gleisi Hoffmann. Convite esse que o próprio Guimarães disse ter
recusado durante discurso em um evento em Sobral.
Mais uma vez, a política fala nos
detalhes. E Guimarães não é diferente. Mesmo com discursos fortes e
envolventes, ele sempre dizia que “é um soldado do grupo” e que “o que
escolhessem para ele, ele assumiria”. Isso poderia parecer só frase de efeito,
mas dizia muito.
Mesmo com vários encontros
regionais, reunindo prefeitos e lideranças, parece que não foi suficiente. Ele
vai assumir o novo cargo e ficará de fora da disputa pelo Senado, cargo para o
qual dizia estar preparado e chegou até a cutucar concorrentes da própria base.
Na minha sincera, talvez sem
importância, opinião, eu já sabia que Guimarães não iria levar a candidatura
adiante. Mesmo com a maioria dos diretórios municipais do PT favoráveis ao
início da candidatura, já dava para prever.
Hoje, no PT do Ceará, quem manda é
quem está mais próximo de Lula. E atualmente, esse nome é Camilo Santana.
Luizianne Lins sabe bem disso. A ida de Evandro Leitão, um político que não
combinava com a militância do partido para disputar a prefeitura de Fortaleza,
deixando nomes importantes de lado, mostrava isso.
Para quem gosta de política, fica
a frase: esse governo de coalizão que Camilo constrói e faz metade do partido
acreditar, na verdade é a própria visão dele.
Essa é mais uma opinião, talvez
sem importância, do Bessa.
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