Matéria copiada do G1CE
Corpos das vítimas, de 15 e 18 anos, estavam em uma
área de mata, na cidade de Tauá, no interior do estado.
As duas irmãs retiradas à força de casa e levadas
por criminosos que fugiram ser policiais foram encontradas mortas, com marcas
de tiros, na manhã desta terça-feira (13), na comunidade de Angicos, em Tauá,
no interior do Ceará.
As vítimas, de 15 e 18 anos, estavam desaparecidas
desde a manhã de segunda-feira (12), quando foram levadas da casa dos avós, em
Arneiroz, a 44 quilômetros de distância do município onde os corpos delas
estavam.
As jovens foram abandonadas sem vida em uma área de
mata, na zona rural de Tauá. A confirmação sobre a localização do corpo das
vítimas foi feita ao g1 por uma fonte policial da cidade.
A Secretaria da Segurança informou que equipes da
Polícia Militar e da Perícia Forense foram acionadas para a ocorrência, que
está em andamento.
O g1 apurou com fontes policiais que quatro
criminosos chegaram à casa das vítimas, na localidade de Cachoeira de Fora,
utilizando um carro branco. Eles exigiram a presença das jovens, alegando que
eram policiais.
Os criminosos renderam as duas jovens e prenderam as
mãos delas usando abraçadeiras de nylon. Antes de sair da residência, eles assumiram
para a família das vítimas que não eram policiais e que iriam matar as duas
mulheres.
As irmãs passaram a morar na casa dos avós, na
localidade de Cachoeira de Fora, após se envolverem com membros de uma facção
criminosa.





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