Atos golpistas que
completam um ano nesta segunda-feira resultaram em mais de 2 mil detenções
inicialmente, com 66 pessoas ainda mantidas sob custódia
A Polícia Federal
deflagrou, nesta segunda-feira (8), a 23ª fase da Operação Lesa Pátria, mirando
suspeitos de financiaram e incentivaram a invasão às sedes dos Três Poderes em
8 de janeiro de 2023. Com 47 mandados judiciais em 12 estados, a investigação
visa identificar responsáveis pelos atos extremistas que causaram danos
estimados em até R$ 40 milhões ao patrimônio público.
A operação inclui 46
mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Além disso, foi
determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Os
crimes investigados incluem abolição violenta do Estado Democrático de Direito,
golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, e
destruição ou inutilização de bem especialmente protegido.
A Polícia Federal
ressaltou que as investigações prosseguem e que a Operação Lesa Pátria
permanece em andamento, com atualizações periódicas sobre os resultados das
ações. A última fase, a 22ª, ocorreu em novembro de 2023, com 25 mandados de
busca e apreensão e três de prisão preventiva nos estados de Santa Catarina e
Minas Gerais.
Os atos golpistas que
completam um ano nesta segunda-feira resultaram em mais de 2 mil detenções
inicialmente, com 66 pessoas ainda mantidas sob custódia. Dessas, oito foram
condenadas pelo STF, 33 são rés denunciadas como executoras dos atos e 25
permanecem presas por suspeita de financiamento ou incitação aos crimes. Trinta
pessoas já foram condenadas pelo STF, com penas variando de 3 anos de detenção
em regime aberto a 17 anos de prisão em regime inicialmente fechado. O
vandalismo incluiu pichações, quebra de vidros, incêndios, danos a obras de
arte e furto de objetos em exposição, com alguns itens históricos
irrecuperáveis.
Via GC MAIS





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